quinta-feira, 21 de agosto de 2008

Cecília Meireles (Lustato Tenterrara) Música de Fundo: Lápis de Cor by Cláudia Simone

Meu Site do Escritor - Cecília Meireles by Lustato Tenterrara

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O caminho da vida (Charles Chaplin)



O caminho da vida pode ser o da liberdade
e da beleza, porém nos extraviamos.
A cobiça envenenou a alma dos homens…
levantou no mundo as muralhas do ódios…
e tem-nos feito marchar a passo de ganso
para a miséria e morticínios.

Criamos a época da velocidade,
mas nos sentimos enclausurados dentro dela.
A máquina, que produz abundância,
tem-nos deixado em penúria.

Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos;
nossa inteligência, empedernidos e cruéis.
Pensamos em demasia e sentimos bem pouco.
Mais do que de máquinas,
precisamos de humanidade.

Mais do que de inteligência,
precisamos de afeição e doçura.
Sem essas virtudes,
a vida será de violência e tudo será perdido.

(O Último discurso, do filme O Grande Ditador)

(Charles Chaplin)



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quarta-feira, 20 de agosto de 2008

Como já dizia Djavan

Cazuza
Composição: Cazuza / Roberto Frejat

Todo dia será um dia de paz
Pra quem vive a verdade
Todo fim de tarde será rapaz
Toda lua será moça

Todo dia será um dia a mais
Cheio de sol entre as trevas
Todo homem será rei na terra
E não haverá mais guerra

Pois só quem tem os sonhos mais básicos
Pode amar e dizer a verdade
Ipanema é uma sala de estar
Pro nosso barato hipnótico
A ponte aérea, o barulho do mar

E as estrelas ainda vão nos mostrar
Que o amor não é inviável
Num mundo inacreditável
Dois homens apaixonados

"A música é capaz de reproduzir em sua forma real, a dor que dilacera a alma e o sorriso que inebria”. (Ludwig van Beethoven)

Nada melhor que começar o dia com uma bela música. Música é poesia que alimenta a alma, e as do grande Poeta Cazuza são maravilhosas.
Que todos tenham um dia muito feliz!


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Cecília Meireles



Cecília Meireles
Cecília Benevides de Carvalho Meireles

Nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 07 de novembro de 1901 e veio a falecer na mesma cidade em 09 de novembro de 1964.

No período de 1919 a 1927, colaborou nas revistas Árvore Nova, Terra de Sol e Festa. Fundou a primeira biblioteca infantil do Brasil. Lecionou na Univerdade do Distrito Federal em 1936 e na Universidade do Texas em 1940. Trabalhou no Departamento de Imprensa e Propaganda no governo de Getúlio Vargas, dirigindo a revista Travel in Brazil (1936).

Poetisa, professora, pedagoga, jornalista e cronista, cuja poesia lírica e altamente personalista, freqüentemente simples na forma mas contendo imagens e simbolismos complexos, deu a ela importante posição na literatura brasileira do século XX.

Embora vivendo sob influência do Modernismo, apresenta ainda em sua obra heranças do simbolismo e técnicas do classicismo, gongorismo, romantismo, parnasianismo, realismo e surrealismo, razão pela qual sua poesia é considerada intemporal.

Premiada duas vezes pela Academia Brasileira de Letras, soma-se também à sua biografia o título de doutora honoris causa, da Universidade de Delhi (Índia).
Em 1993 foi atribuído o Prémio Camões a Cecília Meireles.
É considerada por muitos como uma das maiores poetisas da Língua Portuguesa.

(...) Minha infância de menina sozinha deu-me duas coisas que parecem negativas, e foram sempre positivas para mim: silêncio e solidão. Essa foi sempre a área de minha vida. Área mágica, onde os caleidoscópios inventaram fabulosos mundos geométricos, onde os relógios revelaram o segredo do seu mecanismo, e as bonecas o jogo do seu olhar. Mais tarde foi nessa área que os livros se abriram, e deixaram sair suas realidades e seus sonhos, em combinação tão harmoniosa que até hoje não compreendo como se possa estabelecer uma separação entre esses dois tempos de vida, unidos como os fios de um pano." (Cecília Meireles)


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